Wearables: o que são e como afetarão suas estratégias de marketing


2014 já estava correndo para a sua reta final quando Tim Cook, atual CEO da Apple, resolveu mexer com o mundo ao lançar o iWatch, uma mistura entre computador, celular e relógio que marcava a entrada da sua consagrada empresa no mundo dos wearables.

Algo que fez com que todo o mercado prestasse ainda mais atenção nesse tipo de tecnologia, conhecida também como “tecnologia vestível”, e começasse a planejar suas estratégias de marketing para esses novos aparelhos do futuro.

Mas o que são esses wearables na verdade? Será que eles são só mais um apetrecho de alta tecnologia ou existe, de fato, algo grande chegando junto com eles? É o que vamos descobrir aqui nesse post. Vamos lá?

O que são os wearables?

Apesar de hoje o nome estar mais relacionado a relógios inteligentes ou apetrechos parecidos com o extinto Google Glass, o fato é que qualquer tecnologia que possa ser vestida também pode ser considerada um wearable.

Toucas de mergulho que tocam mp3, coleiras de cachorro com GPS e as roupas da NFL — liga de futebol americano — que vêm com computadores que mostram a posição e a velocidade dos jogadores em campo, também são alguns exemplos de wearables que fogem do padrão mais conhecido pelo mercado — mercado esse que já tem lucrado com essas novas ideias.

Quem já está se dando bem com a tecnologia vestível?

Por lidar com um público que está sempre em movimento e também está sempre de olho em produtos que possam analisar as suas performances, as empresas que produzem aparelhos para pessoas que praticam esportes foram as primeiras a apostar suas fichas na tecnologia de vestir. Não por acaso, marcas como Nike, Garmin e Adidas foram algumas das primeiras a calçar essa ideia.

Mesmo sendo as primeiras, elas não foram as únicas. Também de olho nisso, existe um grande número de empresas voltadas à saúde que têm focado seus esforços em criar aparelhos vestíveis que ajudem não apenas a identificar pacientes em hospitais como informam se eles já tomaram as devidas doses de remédios.

Algo que é só o começo de uma revolução ainda maior.

Por que a sua empresa já deve planejar estratégias de marketing para os wearables?

Com a internet de banda larga chegando em mais lugares e o custo das novas tecnologias baixando a cada dia, é de se esperar que os wearables fiquem ainda mais baratos e com potencial de uso em novos lugares. Mas não é só por isso que a sua empresa deve começar a pensar a respeito do assunto.

Samsung, Microsoft e até a já citada Apple são só algumas das empresas que vêm investindo cada vez mais seus esforços na Internet das Coisas, uma nova “versão” da web que vai fazer com que acessemos a internet por meio de diferentes aparelhos como geladeiras e até as portas de nossas casas. Algo que combina com a ideia dos wearables e que mudará bastante a experiência que o usuário tem com cada produto e com cada lugar.

Com aparelhos conectados ao corpo e a possibilidade de uma marca saber ainda mais informações relevantes sobre um determinado público, a tecnologia vestível traz novas possibilidades para o marketing e, juntamente com os resultados de sistemas com o do Big Data, pode entregar tanto anúncios quanto promoções cada vez mais assertivas e relevantes para as pessoas. Portanto, nada melhor do que já ir pensando como encarar essa nova revolução high-tech.

Como você pode ver, os wearables já fazem parte da nossa realidade e a tendência é que eles se tornem cada vez mais comuns por aí. Logo, se você ainda não começou a pensar em estratégias de marketing para esse mercado, é melhor correr — e, de preferência, com um iWatch ligado.

Curtiu o post? Então, já que o assunto por aqui é uma tendência de tecnologia, que tal conferir outro artigo em que falamos sobre 5 tendências das redes sociais que vão afetar a sua empresa?


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